O futuro sustentável começa com quem aprende hoje.
Uma jornada nacional para estudantes, professores e escolas, criada para transformar os grandes desafios ambientais, climáticos e sociais do nosso tempo em aprendizagem, repertório e protagonismo.
Gratuita · Voluntária · Aberta a escolas públicas e privadas
Uma jornada nacional para participar, aprender e transformar.
A Olimpíada Brasileira de Sustentabilidade conecta educação, ciência, cidadania e futuro em uma experiência gratuita, acessível e mobilizadora para escolas de todo o Brasil.
Mais do que uma competição. Um movimento nacional.
A Olimpíada Brasileira de Sustentabilidade nasce para transformar sustentabilidade em uma experiência de aprendizagem viva, desafiadora e conectada ao cotidiano dos estudantes.
Esta iniciativa combina plataforma digital, conteúdo pedagógico e multimídia e avaliação em fases em poderosa experiência de mobilização escolar e aprendizado para aproximar jovens dos temas que definirão o futuro do Brasil e do planeta.
Sustentabilidade deixou de ser tema lateral. É formação para o século XXI e questão de sobrevivência.
Clima, água, energia, biodiversidade, saúde ambiental e uso do território já impactam a vida das comunidades. A escola é o espaço mais poderoso para transformar informação em consciência, repertório e ação.
das metas dos ODS estavam no caminho adequado no relatório global de 2024.
Fonte: ONU · SDG Report 2024é a projeção de aquecimento neste século se mantidas apenas as políticas climáticas atuais.
Fonte: PNUMA · Emissions Gap Report 2024dos estudantes brasileiros de 15 anos ficaram abaixo do nível básico de proficiência em Ciências no PISA 2022.
Fonte: OCDE · PISA 2022 Brasildos marcos curriculares analisados pela UNESCO não faziam referência a mudanças climáticas.
Fonte: UNESCO · Educação para Desenvolvimento Sustentávelda matriz elétrica brasileira foi renovável em 2024, um diferencial estratégico do país.
Fonte: EPE · BEN 2025de estudantes estavam distribuídos em 179,3 mil escolas brasileiras em 2024.
Fonte: INEP · Censo Escolar 2024Uma jornada para alunos, professores e escolas.
A Olimpíada foi pensada para gerar engajamento, aprendizagem e pertencimento, sem qualquer barreira financeira e com uma experiência simples de entrada.
Estudantes
Uma oportunidade de aprender, competir de forma saudável, ampliar repertório e descobrir como a sustentabilidade aparece em problemas reais.
Professores
Um recurso de mobilização pedagógica para aproximar os estudantes de ciência, cidadania, pensamento crítico e temas contemporâneos.
Escolas
Uma ação gratuita de engajamento institucional, valorização docente e fortalecimento da cultura científica e socioambiental.
Uma jornada nacional transformadora, estruturada em duas fases progressivas, ambas online, para desenvolver conhecimento, consciência e ação em sustentabilidade
A estrutura parte de uma etapa online mais inclusiva e avança para uma segunda fase de maior complexidade, preservando mérito, transparência e rigor educacional.
Prova online classificatória
Todos os inscritos participam da fase inicial, com prova objetiva e consulta permitida durante a janela definida.
26 de outubro a 8 de novembro de 2026 · onlineProva online sem consulta
Os classificados realizam uma segunda prova individual, com maior grau de dificuldade e aprofundamento dos conteúdos.
30 de novembro a 4 de dezembro de 2026 · onlineAs inscrições estarão abertas a partir de 5 de outubro de 2026 e poderão ser feitas até o último dia da primeira fase, 8 de novembro de 2026.
Cada participante compete com estudantes de desenvolvimento similar.
A divisão por categorias permite adaptar conteúdos, linguagem e nível de dificuldade, tornando a experiência desafiadora e inclusiva.
Ensino Fundamental I
Alunos do 3º ao 5º ano. Caráter introdutório, lúdico e inclusivo.
Ensino Fundamental II
Alunos do 6º ao 9º ano, com conteúdos mais estruturados.
Ensino Médio
Estudantes do Ensino Médio ou técnico de nível médio, com abordagem mais aprofundada.
Aberta
Para pessoas que desejam testar conhecimentos e difundir o tema central da Olimpíada.
Cinco verticais para compreender problemas reais.
A arquitetura temática integra ciência, território, saúde, cidadania, responsabilidade socioambiental e pensamento crítico.
Recursos Hídricos
Água, saneamento, escassez, bacias hidrográficas, tratamento, reuso e segurança hídrica.
Uso do Solo
Solos, urbanização, agricultura, erosão, mineração, degradação e planejamento territorial.
Mudanças Climáticas
Atmosfera, efeito estufa, eventos extremos, descarbonização, adaptação e justiça climática.
Saúde e Ambiente
Saneamento, poluição, qualidade do ar, bem-estar, alimentação e desigualdades socioambientais.
Biodiversidade
Biomas, ecossistemas, conservação, restauração, áreas protegidas e patrimônio natural.
17 objetivos que orientam o futuro que queremos construir.
Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável formam o mapa mais completo já construído para enfrentar, ao mesmo tempo, pobreza, desigualdade, clima e meio ambiente — e é esse mapa que a Olimpíada leva para dentro da sala de aula.
O que são
Um conjunto de 17 objetivos e 169 metas que tratam, de forma integrada, dos maiores desafios do nosso tempo — da erradicação da pobreza à ação climática, passando por educação, saúde, água e desigualdade.
De onde vieram
Adotados por 193 Estados-membros da ONU em setembro de 2015, os ODS compõem a Agenda 2030 e entraram em vigor em 1º de janeiro de 2016, sucedendo os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.
Por que aprender desde a escola
Os ODS só avançam quando viram repertório de quem vai resolvê-los. Conhecê-los desde o Ensino Fundamental forma estudantes capazes de ler os desafios do próprio tempo — e agir sobre eles com conhecimento.
Os 17 objetivos, lado a lado
No Brasil, apenas 2 dos 17 ODS avançam no ritmo necessário para cumprir a meta até 2030 — Educação de qualidade (ODS 4) e Energia limpa e acessível (ODS 7) — o que reforça a urgência de formar, desde cedo, uma geração que conheça esses objetivos e saiba agir sobre eles.
posição do Brasil entre 169 países no Índice de Desenvolvimento Sustentável (SDG Index) 2026.
Fonte: Sustainable Development Report 2026 · SDSNpontos de 100 no mesmo índice — acima da média da América Latina e Caribe (70,5).
Fonte: Nações Unidas Brasil · ODSE, no Brasil, um 18º Objetivo
Além dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável estabelecidos pela ONU, o Brasil adotou voluntariamente um 18º ODS: a Igualdade Étnico-Racial. A iniciativa amplia, no contexto brasileiro, os compromissos da Agenda 2030, reconhecendo que não é possível construir um futuro verdadeiramente sustentável sem enfrentar o racismo, a discriminação e as desigualdades étnico-raciais que ainda marcam nossa sociedade.
O ODS 18 busca promover a igualdade étnico-racial, com especial atenção às populações negra e indígena, estabelecendo metas relacionadas a trabalho e renda, combate à violência e à discriminação, acesso à justiça, representatividade, educação, saúde, moradia, preservação cultural e proteção dos territórios. Ao incorporar essa dimensão à Agenda 2030 brasileira, o país reforça uma ideia essencial: desenvolvimento sustentável também significa criar oportunidades, direitos e condições de futuro para todos.
Aprender, investigar, competir e agir.
A Olimpíada combina aprendizagem ativa, conexão com o cotidiano, recursos digitais e conteúdos de apoio para professores e estudantes.
Competição como experiência transformadora
A proposta é que cada fase funcione como estímulo para pesquisa, curiosidade científica, repertório cultural e protagonismo estudantil. O ranking importa, mas a aprendizagem é o centro da experiência.
Plataforma interativa
Provas digitais com questões objetivas e possibilidade de uso de imagens, vídeos, gráficos e tabelas.
Materiais de apoio
Guias, referências, quizzes, conteúdos de preparação e orientações pedagógicas.
Formação e engajamento
Lives, webinars e conteúdos em redes sociais podem apoiar professores e manter os estudantes mobilizados.
BNCC, ODS e GEO Brasil
A iniciativa dialoga com competências da BNCC, Agenda 2030 e temas estruturantes do diagnóstico ambiental brasileiro.
Canais Oficiais de Comunicação da Olimpíada Brasileira de Sustentabilidade
Com o objetivo de ampliar a transparência, a agilidade na comunicação e o alcance das informações oficiais, a Olimpíada Brasileira de Sustentabilidade (OBSustentabilidade) disponibiliza - além desse website - três outros canais de comunicação: perfis nas redes sociais Instagram e Facebook (@ob.sustentabilidade) e pelo WhatsApp, destinado a aproximar ainda mais estudantes, professores e escolas que integram esta comunidade educacional de abrangência nacional.
Por meio destes canais, os participantes passam a contar com um fluxo informativo direto, confiável e atualizado, com comunicados institucionais, lembretes de prazos, orientações de preparação, avisos sobre as fases de prova e divulgação de resultados, garantindo que todos tenham acesso, em tempo oportuno, aos principais encaminhamentos e etapas da Olimpíada. Trata-se de uma iniciativa que fortalece a democratização do acesso à informação e contribui para que nenhum participante deixe de acompanhar conteúdos e prazos essenciais.
Inscreva-se no Canal oficial da OBSustentabilidade no WhatsApp e siga nossos perfis nas redes sociais. Acompanhe, de forma segura e prática, todas as atualizações da OBSustentabilidade.
Regulamento da 1ª OBSustentabilidade
A 1ª edição da Olimpíada Brasileira de Sustentabilidade (OBSustentabilidade) disponibiliza seu Regulamento Oficial, documento que estabelece, de forma clara e sistematizada, as diretrizes que orientam a realização da iniciativa, incluindo sua estrutura organizacional, composta pela Comissão Organizadora, Comissão de Provas, bem como os princípios, regras e procedimentos aplicáveis à participação.
O Regulamento define os objetivos institucionais da OBSustentabilidade, com destaque para o estímulo ao interesse pelos temas relacionados à Sustentabilidade e cultura científica, a promoção de um ambiente educacional pautado pela cooperação e pelo desenvolvimento de competências, além da identificação e valorização de novos talentos. O documento também apresenta o público-alvo e a organização dos participantes em quatro categorias: Ensino Fundamental – Anos Iniciais; Ensino Fundamental – Anos Finais; Ensino Médio; e Categoria Aberta, estabelecendo normas de inscrição, critérios de elegibilidade e regras de comprovação documental.
Adicionalmente, o Regulamento detalha a programação das fases ao longo do ano, bem como o formato de realização em duas etapas, com as duas fases em ambiente digital, sob regras específicas quanto à consulta de conteúdos.
Por fim, o documento dispõe sobre a premiação e certificação, prevendo certificados digitais de Ouro, Prata e Bronze, destinados a reconhecer as melhores classificados na competição. O Regulamento contempla, ainda, cláusulas relativas a direitos autorais e disposições gerais, assegurando a transparência e a integridade dos procedimentos da Olimpíada.
Jorge Gerdau
Johannpeter
Jorge Gerdau Johannpeter é empresário brasileiro e uma das principais lideranças associadas à trajetória empresarial e institucional da Gerdau. Também é reconhecido por sua atuação em iniciativas voltadas à eficiência, qualidade da gestão e modernização dos setores público e privado, tendo sido fundador do Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade (PGQP) e do Movimento Brasil Competitivo (MBC).
Embaixadores da OB Sustentabilidade
Cientista Brasileiro de Sistemas Terrestres (Earth System Scientist). Possui graduação em Engenharia Eletrônica pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), Brasil, em 1974, e doutorado (PhD) em Meteorologia pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT), EUA, em janeiro de 1983.
Iniciou sua carreira profissional no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), em Manaus, Brasil, como assistente de pesquisa, em 1976. Foi pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) por mais de 30 anos, onde ajudou a estabelecer o CPTEC- INPE moderno centro de previsão de tempo e clima, tendo sido seu coordenador-geral de 1991 a 2003. Em 2008, criou o Centro de Ciência do Sistema Terrestre do INPE e o dirigiu até 2010. Em 2005 criou o Programa de Mudanças Climáticas da FAPESP e o dirigiu até 2010.
De 2011 a 2014 foi Secretário Nacional de Políticas de P&D do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), onde criou o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (CEMADEN) em 2011. Foi Presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) de 2015 a 2016.
Também foi um dos idealizadores do Experimento de Grande Escala da Biosfera-Atmosfera na Amazônia (Experimento LBA) e foi Cientista Líder do Programa, de 1996 a 2004. Criador da Rede CLIMA do MCTI em 2007 e diretor até 2010. Orientou mais de 40 estudantes de doutorado (PhD) e mestrado (MSc) e é autor ou coautor de mais de 250 publicações científicas.
Foi presidente do Comitê Científico Diretor do Programa Internacional Geosfera-Biosfera (IGBP Scientific Steering Committee) (2005-2011). Participou em muitos comitês científicos internacionais, como o Conselho Consultivo de Alto Nível sobre Sustentabilidade Global do Secretário-Geral da ONU (2013-2016).
Atualmente, é membro do Comitê Diretor Conjunto (JSC) do Programa Mundial de Pesquisa Climática (WCRP) e do Conselho Econômico Global sobre Saúde Planetária da Fundação Rockefeller. Também é membro da Academia Brasileira de Ciências, da Academia Mundial de Ciências (TWAS) e membro estrangeiro da Academia Nacional de Ciências dos EUA, da Royal Society do Reino Unido. Participou da elaboração de muitos relatórios do IPCC. Atualmente é Professor Titular da Cátedra Clima e Sustentabilidade do IEA-USP, Copresidente do Painel Científico para a Amazônia e o 1º e único brasileiro nomeado como Guardião Planetário.
Empreendedora, executiva/conselheira e investidora especializada em tecnologia, inovação corporativa, internacionalização e governança global. Com uma sólida trajetória em liderança estratégica e sustentabilidade empresarial, atuou como CEO da Siemens Omã e ocupou posições executivas de alto impacto na Alemanha, Dinamarca e China. Ela possui MBA pela Wharton School e foi reconhecida como Young Global Leader pelo Fórum Econômico Mundial, complementando sua formação em Engenharia Aeronáutica pelo ITA. Claudia foi reconhecida pela Forbes como uma das mulheres mais poderosas do Oriente Médio, pela Business Insider Alemanha como uma "future maker", e pelo LinkedIn como Top Voice em inovação, diversidade e inclusão feminina. Atualmente, ela integra os Conselhos do estúdio de startups Talentum Ventures, da PlanC (startup de projetos de carbono com metodologias baseadas na natureza), e de FLOW - Future of Living for One World (um do-tank que apoia o desenvolvimento de projetos urbanos de sustentabilidade na África).
Dúvidas rápidas antes de participar.
Inscreva-se na 1ª Olimpíada Brasileira de Sustentabilidade.
Ajude sua escola a colocar a sustentabilidade no centro da aprendizagem, da ciência e da formação cidadã.